Um ano

Nesta quinta-feira, 26 de janeiro de 2017, fez um ano que este blog nasceu. Desde então, fechadas as contas, o cronista digital foi lido em 111 países por 130 mil pessoas – a imensa maioria, claro, brasileiros desgarrados por aí.

É muito pouco diante do oceano infinito da internet, onde as equações são feitas na casa dos milhões. Mas o cronista sente um orgulho danado.

De lá pra cá, muita gente reagiu às coisas do blog pelas redes sociais e em mensagens privadas. Algumas dessas reações já foram publicadas aqui. Pra comemorar a data querida, segue uma nova seleção.

“Vou insistir. O seu nome é mesmo Marceu ou é Marcel?”

“Vem cá, não lembro se você já disse, mas Marceu é um heterônimo?”

“Não é que seu nome seja feio, mas… poderia ser pior, entende?”

“Morfeu, por onde anda Adalgisa? Escreva mais crônicas sobre ela.”

“Adorei suas ‘entrevistas do além’ com o Brizola. Faz uma com o professor Darcy Ribeiro. Ele talvez vomite ao falar do Temer e do Sérgio Cabral.”

“Detestei suas ‘entrevistas’ com o Brizola. Que ideia de jerico!”

“Morro Agudo fica na Bahia?”

“Morro Agudo fica no Ceará?”

“Morro Agudo é uma favela?”

“Você é homem ou mulher?”

“Desculpe perguntar, mas você é homo ou hétero?”

“Você é casado?”

“Quantos filhos você tem?”

“Quantos anos você tem? Parece tão jovem.”

“Suas crônicas parecem escritas por alguém mais velho.”

“Odeio quando você defende a Dilma.”

“Orfeu, adoro quando suas crônicas vão fundo na descrição desse golpe.”

“Sou brasileira, trabalho como garçonete em Paris e isso não tem nada a ver com o que eu queria dizer. Quer casar comigo? Tô brincando. Mas, se quiser levar a sério, pode!”

“Moro em Bogotá, brasileiro, trabalhando aqui. Suas crônicas, às vezes, são meio chatas. Mas sabe que eu gosto? Eu devo ser chato também.”

“O que o juiz Sérgio Moro te fez, cara?! Você é contra a Lava-Jato?!”

“Põe títulos com rimas nas suas crônicas. Isso atrai mais leitura. É sério! Experimenta pra ver.”

“Acho que já te perguntaram, mas vou perguntar também. Seu blog dá dinheiro?”

“Você tem Tinder?”

“Você não é normal. Em que tempo você vive, ô Alceu?”

“Você fala de coisas comuns. Isso é encantador.”

“Mais de 100 mil pessoas já te leram? Quanta gente idiota…”

“Ei! Eu sou essa leitora que você disse que tem aqui na Malásia!”

“A crônica que eu mais gosto é sempre a próxima. Obrigado por isso, Perseu.”

“Seu poema sobre a História do Brasil deveria ser usado em sala de aula.”

“Uma bobagem sem tamanho esse seu pretenso poema sobre a História do Brasil.”

“Publica uma foto da Adalgisa. Quero ver se ela é isso tudo mesmo.”

“Ainda não entendi se Adalgisa existe ou não existe.”

“Ouvi outro dia uma música sua na internet chamada ‘Meu saravá!’, gravada pela Clarice Magalhães. Você é macumbeiro?”

“O Marceu Vieira roteirista do ‘Adnight’ é você mesmo? Ou é um xará?”

“Seu nome é estranho. Mas eu gosto. Acho que gosto de coisas estranhas. Aliás, você parece estranho também.”

“Para de falar do passado! Que chatice.”

“Adoro quando você aborda coisas passadas.”

“No meu sítio, essa flor-de-santa-luzia cresce sem parar. Eu arrancava tudo, mas, depois de ler sua crônica, fiquei com dó.”

“Você escreve bêbado? Parece.”

 

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5 comentários sobre “Um ano

  1. Marceu,
    Leio seu blog às vezes, sugestão do Fernando Brito.
    Não te conheço e nem conheço o Brito, mas gosto de ambos.
    Se me permite uma sugestão:
    Peça aos que indagam sobre Morro Agudo para ler O rio da minha aldeia de Alberto Caiero, talvez entendam alguma coisa.
    Sua escrita me lembra Fernando Pessoa e também de alguém que disse : “Se queres falar ao mundo fala da tua aldeia.”

    Curtido por 1 pessoa

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